segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

A l'ombre de la lune
Comble d'infortune
J'ai tissé le fil qui nous défait

Dans les langueurs marines
Des marées salines
J'ai gâché le grand amour, le vrai

Car l'unique inoubliable
Amour est si friable
Il se délite au vent
Rien ne sera jamais plus comme avant
Comme avant

A l'ombre de la lune
Je comble mes lacunes
Je bats la campagne
A grand regret

Dans les vapeurs soudaines
De ces soirées mondaines
J'ai gâché le grand amour, le vrai


Car l'unique inoubliable
Amour est si friable
Il se délite au vent
Rien ne sera jamais plus comme avant
Comme avant

Comme avant

Car l'unique inoubliable
Amour est si friable
Il se délite au vent
Rien ne sera jamais plus comme avant
Comme avant


A l'ombre de la lune - Françoise Hardy


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Books, books, books




God, how I miss simplicity!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Trajes



What if.. I actually found someone like you? It just doesn't seem to be the right time, that's all.




Serenatas.
Luzes.
Vestidos.
Imperiais.
Risos.
Apertos.
Fotografias..






..e eu, tão feia nesse dia, que doía só de olhar.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Loving you means nothing





If I still feel lonely.

domingo, 23 de outubro de 2011

Stealing beauty



Bom dia.


Abraça-se a almofada uma última vez soltando um grunhido descontente.
Um espelho reflecte, sem pudor, uma cara sem expressão e olhos sem alma. 
Membros superiores são brevemente elevados a alturas inimagináveis para alívio do corpo ainda meio adormecido, torto, confuso. Arrastam-se pés descalços que procuram, pelo chão, algo que os calce. 
Os olhos ainda não se abriram por completo: fazem um esforço por causa da luz branca que entra violentamente pela janela nua.

 O corpo cede ao dia, lutando até que a água toque o seu rosto, que o obriga a despertar de vez.


É o que dá acordar sem ter razão para sair da cama.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O depois



Num sonhar triste, o Mundo é perfeito.
Deixa-se sonhar a Humanidade, para que a mesma não desespere.


E é no sonho que se atinge a perfeição, sem palavras dispersas, soltas, inúteis, vazias.

E é na Utopia que os Homens, sendo sempre honestos nos "pecados" cometidos, chegam à conclusão de que de todos os o mais grave de ser admitido será ter deixado escapar o amor,
tornando-se consequentemente o mais pesado fardo a suportar.

sábado, 10 de setembro de 2011

Para o Duarte


É infeliz que nunca nos tenhamos dado muito em crianças.
É miserável que só nos vejamos nas férias, tendo em conta que vivemos tão perto e que temos toda a facilidade para nos encontrar.
Temos muito para conversar, para partilhar e aprender um com o outro.

Sempre que te lembrares de mim não te esqueças que não estou tão longe como pareço estar.

Entristece-me que nunca te tenha dito isto antes, mas gosto muito de ti, Primaço.



Muitos parabéns.


Cuncas